20 Jan 2009
Garota dos versos singelos
do sorriso sincero
e do coração que de fato
é mais que belo.
Oh esta menina
da mão pequenina
delicada e tão leve
branca como a neve.
mas de alma quente
tal que este cara
as vezes meio carente
porém que no fundo já sente
que ela neste peito plantou
uma humilde semente.
E este tão imenso mundo
judia! e muito
de sentir lá no fundo
que ela está bem agora
vivendo lá fora.
18 Nov 2008
Minha alma é coerente e contraditória,
é bela,rosto de bom gosto,
mas foge de mim,se faz sozinha.
Minha alma é demais,
alma tanta para eu ser apenas ... humana!
14 Nov 2008
A curva da boca que te encosta
Em lápide feita de modo reto
Em cima,todas as perguntas
Miséria
Misericórdia
Milagre,faça-me amor
Quis-me assim,escolhi o fim
O meu dia de maior nostalgia
De ápice maior
Entreguei-me ao teu cheiro,pois
Tragédia
Trajetória
Me sintonizei em sinfonias
Amor,remonte-se em falas
Mesmo que eu volte
assim que o túmulo refaça-se
mesmo,
não serei curva de sorriso
Tocando toques já perdidos
de expressão falhada
Falada curva.
14 Nov 2008
Fomos,somos sufucientes ao menos à tal?
Seremos?
Serenos. Óh! Beijos serenos,
nos toques morenos
banhando nosso íntimo ao vinho tinto
Fazendo-nos viajar
movimentando tudo que quisermos,que tivermos.
Que tínhamos.
14 Nov 2008
E estes rabiscos?
Só pra não perder o costume dos meus versos,
que já foram temores (amores)
porém,já foram-se!
Olhe em volta,
sinta curva,surpresa!
Às vezes há algo que nunca demo-nos conta!
Durmo.
14 Nov 2008
É,meu caro,não achamos que pagaríamos tão caro
Mas nem pensamos que seria tão raro
Aqui,nessa linha,eu paro
Se quiser,então,você dê um disparo
Eu descanso,canso,mas não avanço
Não mais
Por mim mesma,também por meus pais
Ah! Meus pais,
Que paz
Que falta faz
E do som que a flauta faz
que saudade sinto desse bem
que vem,mas já foi-se embora
Me resta coração que chora
lembrar aquele agora
14 Nov 2008
Virando folhas do livro
Arrancando as páginas da flor
Aliviando sensações que pouco privo
Para evitar clichês,
as "feridas do amor"
Fecho luzes,apago janelas
Já que não necessita sentido,que vá!
De tantas cruzes,dimensões paralelas
Só achei que havia muito vivido,mas tá!
Barriga ronca
Garganta rouca
Impaciência pouca,que não é
Deixa assim minha mente louca
que muito quer.